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PARA REFLETIR!

“Bom mesmo é ir a luta com determinação, abraçar a vida com paixão, perder com classe e vencer com ousadia. Pois o triunfo pertence a quem se atreve... A vida é "muito" para ser insignificante". (Charles Chaplin)


PARA REFLETIR!


“.... e aprendi que se depende sempre de tanta, muita, diferente gente. Toda pessoa sempre é as marcas das lições diárias de outras tantas pessoas. E é tão bonito quando a gente entende que a gente é tanta gente onde quer que a gente vá. E tão bonito quando a gente sente que nunca está sozinho por mais que pense estar ....”

(Gonzaguinha)

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terça-feira, 3 de julho de 2012

Crescimento adequado é apenas um dos fatores que indica boa nutrição


Nutrição  (Foto: Reprodução de tv)
Seu filho é forte, mas será que ele é bem nutrido? De acordo com a nutricionista Jorginete Damião, do Instituto de Nutrição Annes Dias, no Rio de Janeiro, já não temos problemas graves de desnutrição no Brasil, como havia há 30 anos, mesmo assim devemos ficar atentos.
"Altura e peso adequados para a idade são parâmetros importantes a considerar, mas eles devem estar associados a outros fatores, como alimentação saudável, suficiência de micronutrientes e bom desenvolvimento cognitivo.
O momento crucial da alimentação infantil é o aleitamento. A criança que mama no peito tem menos chance de ter baixo peso ou sobrepeso. Até seis meses de idade, recomenda-se o aleitamento materno exclusivo, ou seja, não é preciso dar água, chá ou suco para os bebês. Depois dos seis meses, deve-se continuar o aleitamento e começar a introduzir outros alimentos. Infelizmente, sabemos que muitas mulheres não conseguem amamentar por muito tempo, porém, quanto mais cedo forem introduzidos outros alimentos, maiores são as chances das crianças adoecerem”, explica a nutricionista.

As crianças brasileiras já não sofrem com a desnutrição, mas enfrentam problemas novos como obesidade, e antigos, caso da anemia. De acordo com Jorginete, o sobrepeso é um dos males da vida moderna, pois as pessoas deixam de comer alimentos mais frescos e passam a consumir produtos industrializados. No que diz respeito à anemia, doença caracterizada pela diminuição de hemoglobina na corrente sanguínea, a questão ainda está longe de ser resolvida: entre seis meses e dois anos de idade a frequência de pacientes anêmicos chega a 70%. “O problema começa ainda na gravidez. Muitas mães já engravidam anêmicas e isso afeta os bebês. Se a mãe está bem de saúde, a criança nasce com reserva de nutrientes. Não é preciso fazer exames frequentes para ver se a criança tem anemia se ela se alimenta bem e faz exercícios regulares”, diz a especialista.

A partir dos seis meses de idade, o bebê deve começar a comer alimentos de todos os grupos, como legumes, frutas, feijão e carne, orienta Jorginete. É importante começar a oferecer comidas mais consistentes, contrariando a máxima popular das sopas líquidas. “Sopa tem menos caloria, por isso elas são tão utilizadas nas dietas para perder peso. A criança, pelo contrário, precisa ficar forte para crescer. Com o tempo, os pais vão percebendo do que os filhos gostam mais e se adaptam melhor. A única restrição é contra alimentos não saudáveis, como produtos fritos, por exemplo. O açúcar também deve ser evitado. As crianças precisam formar bons hábitos alimentares desde cedo, e a família cumpre um papel fundamental nesse momento”, ressalta.

Veja mais dicas da nutricionista para os pais garantirem o crescimento saudável das crianças:

- Opte sempre que possível por produtos frescos;

- Inclua alimentos variados no cardápio, como legumes, frutas, verduras, arroz, feijão, carnes e peixes (o ideal é ingerir cinco porções de frutas e legumes por dia);

- As crianças pequenas devem entrar em contato com a comida de forma prazerosa, então monte pratos coloridos e divertidos;

- A dupla arroz e feijão ainda é imbatível, pois tem uma combinação perfeita de aminoácidos, além de fazer parte da nossa cultura;

- Prefira o leite integral, não o substitua por refrescos ou refrigerantes;
- Crianças devem realizar pelo menos quatro refeições por dia, sem esquecer o café da manhã.

G1

terça-feira, 26 de junho de 2012

Idosa sofre bullying de alunos, chora e receberá doação polpuda



Uma idosa que atua como inspetora de ônibus escolar em Nova York, nos Estados Unidos, e que sofreu bullying de alunos virou alvo de uma campanha na internet. Karen Klein, de 68 anos, foi ridicularizada e xingada por um grupo de crianças na faixa dos 13 anos de idade que filmaram o incidente no ônibus escolar e postaram o vídeo no YouTube.
O vídeo se tornou viral e acabou sendo visto por mais de 1,5 milhão de pessoas. Mas a vasta audiência gerou uma campanha para angariar doações e dar a Karen férias de luxo. Por enquanto, a campanha já coletou uma cifra superior a US$ 300 mil (cerca de R$ 609 mil).
BBC Brasil
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Qualificação dos professores tem impacto direto no desempenho dos alunos




profSegundo análise realizada pela Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência da República, pelo Instituto Ayrton Senna e peloMovimento Todos pela Educação de 400 estudos sobre melhoria do aprendizado, o investimento na qualificação do corpo docente afeta diretamente o desempenho dos alunos, acelerando e ampliando o aprendizado em até 70%. “A educação acontece quando um bom professor se encontra com um aluno motivado por horas.
Quanto mais eles se encontrarem, maior será o aprendizado. Um dos problemas da profissão é que os próprios professores se convenceram de que são todos iguais, e que as diferenças não devem ser ressaltadas, documentadas ou premiadas “, disse o secretário de Ações Estratégicas do governo federal, Ricardo Paes de Barros, durante audiência pública promovida pela Comissão de Educação e Cultura da Câmara e pela Frente Parlamentar Mista da Educação.
Para o presidente da frente parlamentar, deputado Alex Canziani (PTB-PR), falta ao Brasil uma avaliação que diagnostique a qualidade dos docentes atuantes e certifique os bons professores. “Além de estarmos estimulando aqueles que não são considerados os melhores professores, poderemos pôr em prática a meritocracia. É justo pagarmos, darmos condições ou estimularmos mais aqueles que são mais efetivos na sua atividade”, explicou.
Paes de Barros mencionou o caso do Chile que aporta 4% do Produto Interno Bruto – PIB em educação e está mais bem colocado nos testes internacionais que o Brasil, que investe 5% do seu PIB. No entanto, quando acrescido o gasto privado, o país andino contabiliza mais de 7% de investimento em educação. Vale lembrar que, na última década, o Brasil ficou entre os cinco países que mais avançaram na pontuação dos testes internacionais de avaliação do ensino.
Nesse ponto, Paes de Barros acredita que uma solução para o Brasil seria a contribuição de alunos com boas condições financeiras que quisessem estudar nas universidades públicas. “Esse é um gasto com educação que a gente poderia induzir as famílias a ter – isso é o que acontece no Chile. Se você é de classe média alta, rico e colocou seu filho na universidade pública, mais do que bem-vindo. Só que terá de pagar, pois não precisa que eu pague por você”, declarou.
Saiba mais!
Produto Interno Bruto – PIB: soma dos valores monetários conquistados a partir de todos os serviços e bens produzidos num período, por uma determinada região.

Com informações de Agência Câmara de Notícias

Professora sugere que pais apliquem 'cintadas' e 'varadas' em aluno



Os pais de um aluno de 12 anos receberam um bilhete da professora do menino sugerindo que ele precisaria de "cintadas" e "varadas" para ter uma boa educação. O bilhete foi escrito de próprio punho e assinado em um papel com o timbre da Escola Municipal José de Anchieta, em Sumaré, interior de São Paulo.
"Quer conversar com o seu filho? Se a conversa não resolver acho que umas cintadas vai resolver", inicia o recado. Na frase seguinte, ela conclui: "Porque não é possível que um garoto desse tamanho e idade não consiga evitar encrencas".
Sugerindo uma maneira mais violenta para a educação do menino, ela salienta que "varadas" é melhor opção que um psicólogo. "Esqueça tudo o que esses psicólogos fajutos dizem e parta para as varadas", escreveu.
O bilhete endereçado aos pais foi entregue pela professora que leciona Português na 5ª série do ensino fundamental.
A Secretaria Municipal de Educação informou em nota que está apurando o caso e que vai tomar "providências administrativas sobre o fato".
A direção da escola não se manifestou e ainda não há informações se a professora foi afastada da instituição. As aulas não foram interrompidas e a escola funcionou normalmente nesta segunda-feira.

terça-feira, 19 de junho de 2012

Diretor do Sinte-RN, Canindé Silva, morre em acidente automobilístico



A luta em defesa da educação e dos seus trabalhadores perdeu um de seus grandes militantes: 
o dirigente do SINTE-RN Canindé Silva, conhecido carinhosamente como “Canindezinho”.
 O falecimento ocorreu na madrugada desse domingo (17) devido a um acidente 
automobilístico na rodovia que liga os municípios de João Câmara a Bento Fernandes. 
O sepultamento foi realizado na manhã desta segunda-feira, no cemitério Bom Pastor.
Canindé estava fazendo a campanha da Chapa 1, no interior do Estado. Ele era 
candidato a reeleição à diretoria do SINTE-RN. O dirigente se destacou no processo
 de interiorização do Sindicato. Estimulou e apoiou a criação de diversos núcleos
 municipais do Sindicato. Sua ação sindical contribuiu para que as prefeituras 
respeitassem os educadores e garantissem conquistas como o Piso Salarial e Plano
 de Carreira.
O coordenador do Sinte-RN José Teixeira, resume: “Foi uma tragédia. Agora
 temos que levantar a cabeça e dar continuidade ao legado que ele deixou”.
 “O companheiro Canindé deixa uma categoria inteira enlutada. Ele foi um trabalhador
que contribuiu muito para as lutas da categoria, seja pela CUT, seja pelo Sinte,
 seja no trato diário com cada colega de trabalho que teve”, disse a coordenadora 
geral do Sinte, Fátima Cardoso.
Rômulo Arnaud, também coordenador geral do Sinte, afirmou que o dirigente fará 
muita falta à luta, principalmente no interior. “Ele deixará saudade em cada município 
onde ajudou a fortalecer a luta trabalhista; em cada trabalhador que o confessou angústias
 diárias; em cada um que, a partir sua alegria, se sentiu motivado a arregaçar as mangas
 e erguer a voz em defesa dos profissionais da educação.”
DA EQUIPE GESTORA: É com muito pesar que recebemos essa triste notícia da partida 
prematura de um grande amigo, você AMIGO Canindé, nos mostrou e nos encorajou, 
com sua capacidade de se indignar perante as injustiças e a opressão, que se pode lutar, E VENCER!
Fique com Deus amigo.

Não há palavras quando um amigo parte, provavelmente deveríamos nada
dizer, mas é preciso soltar um pouco a dor e as palavras.
Não há palavras, pela alegria, pela generosidade, pela humanidade,
 pela força, pelo que fez para tantos, e por nós quando enfrentou
 junto com a nossa comunidade escolar o pleito das eleições de 2009 
para gestores na nossa escola.
Como a mensagem do SINTE/RN disse: Canindé fez muitas coisas na
 sua vida, fez muitos amigos. Muito fez, muito iria fazer, muita muita
 falta nos fará.

A família enlutada deixamos, um abraço de amizade e o sentido de
 sempre o termos bem presente no dia-a-dia da nossa memória e
 das nossa obras, pois ele estará sempre ao nosso lado, ajudando-nos 
na caminhada que continua e nos objetivos que visava e que visamos.
Uma reflexão para os leitores do nosso blog:

A vida afasta-nos talvez, dos camaradas, impede-nos de pensar
 muito neles. Estão, no entanto, em qualquer parte, não se sabe
 bem onde, mas tão fiéis! E, se acaso os nossos caminhos se 
cruzam, sacodem-nos pelos ombros, com labaredas de alegria!
 Pouco a pouco, porém, descobrimos que não voltaremos a escutar
 o riso claro daquele, que nos está vedado para sempre tal jardim.
 É então que principia o nosso verdadeiro luto, porque nada,
 jamais, substituirá o companheiro perdido. Velhos camaradas não 
se criam. Não há nada que valha o tesouro de tanta recordação comum.
 Estas amizades não se refazem. Ao plantar-se um carvalho, é vão ter 
a esperança de se poder gozar brevemente da sua sombra. Assim corre a vida ... 
Um a um, os camaradas retiram-nos a sua sombra. (Terra dos Homens, A. Saint-Exupery)
Equipe Gestora da EE Dr. José Borges de Oliveira

quarta-feira, 18 de abril de 2012

CONCURSOS NACIONAIS SOBRE PREVENÇÃO DO USO DE DROGAS DIRECIONADOS PARA ESTUDANTES DO 2º AO 9º ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL E DO 1º AO 3º DO ENSINO MÉDIO




A Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas – SENAD com o objetivo de incentivar a participação dos diferentes níveis estudantis em atividades culturais de valorização da vida e estimular a mobilização e o engajamento da sociedade nas atividades relacionadas à prevenção do uso de drogas promove, anualmente, concursos nacionais sobre o tema.

Neste contexto, a SENAD está promovendo o XIII Concurso Nacional de Cartazes, direcionado a estudantes de 2º ao 5º anos do Ensino fundamental; o II Concurso de Vídeo, para estudantes do 6º ao 9º anos do Ensino Médio; o X Concurso Nacional de Fotografia, o X Concurso Nacional de Jingle dirigido à população em geral e o XI Concurso Nacional de Monografia, voltado para estudantes universitários. Os referidos concursos têm como tema “A Prevenção do Uso de Drogas é Compromisso de Todos”.

Maiores informações poderão ser obtidos pelos telefones (61) 2025-7249, pelo e-mailconcursos.senad@mj.gov.br ou acesse portal www.obid.senad.gov.br

PREVENÇÃO AO USO DE DROGAS É TEMA DE CONCURSO CULTURAL

Há cinco categorias: cartazes, fotografia, jingle, vídeos e monografia, com prêmios de até R$ 6 mil. Os trabalhos podem ser enviados até 27 de abril.

A finalidade dos concursos, realizados anualmente, é incentivar a reflexão e a discussão sobre a questão das drogas nos ambientes escolar e universitário, e no dia a dia do cidadão brasileiro.

Com algumas categorias já em sua 13ª edição, o concurso foi ampliando com o intuito de ampliar a participação. Em 2011, com o tema “Arte e cultura na prevenção do uso de ‘crack’ e outras drogas”, foram mais de dois mil inscritos e 90 vencedores. A expectativa para este ano é mobilizar ainda mais estudantes e cidadãos a pensar sobre o tema da prevenção.

Os regulamentos estão disponíveis nos sites www.senad.gov.br e www.obid.senad.gov.br

Cartazes: podem participar estudantes do 2º ao 5º anos do Ensino Fundamental, de escolas públicas ou privadas de todo o país. São quatro categorias (2° ano, 3° ano, 4° ano e 5° ano). Serão premiados com até R$ 2 mil, três cartazes por região (Norte, Nordeste, Centro-Oeste, Sul e Sudeste) em cada categoria.


Fotografia: aberto a profissionais e amadores, que disputam um único prêmio de R$ 3 mil por região.

Jingle: voltado a músicos profissionais ou amadores e premiará com o valor de R$ 3 mil o melhor trabalho de cada região.

Vídeo: alunos do 6° ao 9º ano do Ensino Fundamental e do Ensino Médio, de escolas públicas ou privadas de todo o país, divididos em duas categorias (6° ao 9° ano do ensino fundamental e 1° ao 3° ano do ensino médio). O concurso premiará com o valor de R$ 3 mil um vídeo de cada região, por categoria.

Monografia: podem participar estudantes universitários matriculados em cursos de graduação das instituições de ensino superior reconhecidas pelo Ministério da Educação. Serão premiados com até R$ 6 mil os três melhores trabalhos em nível nacional. 

Fonte: Ministério da Justiça

terça-feira, 17 de abril de 2012

Um terço dos professores do campo tem formação inadequada



 

Pouco mais de um terço (35%) dos professores das escolas rurais dão aulas sem a formação adequada. Formar esse contingente de 118.736 profissionais é apenas um dos desafios do governo federal, que lançou há 23 dias o Programa Nacional de Educação do Campo (Pronacampo).
Dados do Censo Escolar 2010 mostram que a precariedade da formação dos docentes é mais grave nas séries finais do ensino fundamental e no ensino médio. Segundo a Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB), apenas professores com diploma de licenciaturas podem dar aulas nessa fase.
Mas metade dos que atuam no campo não é graduada.
Levantamento feito pela organização Todos pela Educação aponta que 91.380 professores que atuam nessa fase sequer cursaram uma graduação. Outros 3.993 têm diploma, mas não de licenciatura, como recomendado pela lei. Juntos, eles representam 49,9% do total de educadores que lecionam nas turmas finais do ensino fundamental e do ensino médio.
A situação melhora na educação infantil e nas séries iniciais do ensino fundamental, mas porque a exigência é menor. A formação mínima exigida legalmente dos profissionais que dão aulas para essas turmas é o diploma de magistério. Ainda assim, 23.363 não cumprem essa determinação (13,3% do total). E apenas 38,2% desses educadores fizeram curso superior.

 

Escolaridade dos professores na área rural

Levantamento feito pela organização Todos pela Educação a partir dos dados do Censo Escolar mostram que menos da metade dos docentes do campo têm diploma de curso superior (em %)
Censo Escolar 2010 / Levantamento Todos pela Educação

“Os dados revelam o tamanho da desigualdade educacional entre o campo e a cidade, que precisamos combater. Por isso, iniciar o Pronacampo pensando na formação de professores já é um passo importante, mas defendemos políticas ainda mais específicas para a área”, afirma Priscila Cruz, diretora-executiva do Todos pela Educação.
O levantamento do Todos pela Educação mostra que, nas escolas urbanas, o número de professores sem curso superior é bem menor. Do total de 1,7 milhão de docentes que trabalham nas cidades, 74% têm diploma de ensino superior. Na área rural, a quantidade cai para 43,8% do total. Nas cidades, 14,8% dos professores das séries finais do fundamental e do ensino médio têm formação inadequada. 
Para ela, o programa avança, mas deveria ter ações mais “estruturantes” para as escolas rurais. Priscila ressalta que o papel do professor na educação como determinante. Por isso, ela defende que a formação dos educadores que estão no campo seja uma das prioridades do Pronacampo e a criação de uma carreira mais atraente para quem os que atuam na área rural.

FORMAÇÃO DOS PROFESSORES - EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL I
ÁREANÚMERO DE DOCENTES COM FORMAÇÃO ATÉ NÍVEL MÉDIO (NÃO-NORMAL)NÚMERO DE DOCENTES COM CURSO SUPERIOR (SEM LICENCIATURA)TOTAL DE DOCENTES SEM FORMAÇÃO MÍNIMA% DO TOTAL DE PROFESSORES
Urbana75.52418.02093.54410,5
Rural20.5012.86223.36313,3
Censo Escolar 2011 / Levantamento Todos pela Educação


FORMAÇÃO DOS PROFESSORES - ENSINO FUNDAMENTAL II E ENSINO MÉDIO
ÁREANÚMERO DE DOCENTES COM FORMAÇÃO ATÉ NÍVEL MÉDIONÚMERO DE DOCENTES COM CURSO SUPERIOR (SEM LICENCIATURA)TOTAL DE DOCENTES SEM FORMAÇÃO MÍNIMA% DO TOTAL DE PROFESSORES
Urbana100.23721.158121.39514,8
Rural91.3803.99395.37349,9
Censo Escolar 2011 / Levantamento Todos pela Educação


Significado na formação 
Nesse sentido, a diretora compartilha da opinião de outros especialistas no tema: as graduações que forem oferecidas a esses profissionais precisam se adequar à realidade da área rural. Se essa não for a estratégia, os planos de mudar a realidade da educação rural tende a fracassar. 
Mônica Castagna Molina, professora adjunta da Universidade de Brasília (UnB) que ajudou a instituição a montar uma licenciatura em Educação no Campo, afirma que os professores dessas escolas não podem, em primeiro lugar, ser obrigados a sair do campo para estudar. Além disso, a academia não pode ignorar a bagagem cultural do campo durante a graduação. 
“O fundamental é que a estratégia de formação adotada pelo governo seja capaz de garantir o acesso ao conhecimento universalmente produzido, um direito de quem está no campo, e a especificidade local, que valorize a vida desses educadores e a realidade deles. É muito importante que, para ter acesso à educação superior, eles não tenham de sair do campo também. A política não pode desenraizar o sujeito de lá”, ressalta. 

Na opinião de Mônica, a estratégia adotada pela UnB pode servir de inspiração para o programa. A organização do currículo do curso destinado somente aos educadores que atuam em escolas rurais prevê etapas em que os universitários vão à universidade e atividades em que a universidade vai até os alunos. 
“Os professores não podem ser tirados dessas escolas, assim como elas não podem ser fechadas. E frequentar esse ambiente é importante para que a academia conheça e valorize as dinâmicas próprias do campo”, pondera. A professora critica a quantidade de colégios da área rural fechados nos últimos anos. Segundo o MEC, foram 13,6 mil em cinco anos. 
O projeto 
A presidenta Dilma Rousseff lançou o Pronacampo no último dia 20 de março. Anunciou investimentos de R$ 1,8 bilhão ao ano em ações que incluem, além da formação dos professores, compra de materiais didáticos específicos para o campo e de automóveis para transporte, reforma de escolas, construção de novos espaços e compra de equipamentos, como computadores. 
Não há detalhes sobre como funcionarão esses cursos para os professores das escolas rurais. Mas Mônica defende que a aposta na educação a distância não seja vista como única saída. “A formação de educadores não pode ser feita a distância. Precisamos ajudar esses educadores a entende a importância da escola do campo e seu papel no campo hoje”, afirma.

 IG

Aluna de escola pública, garota de 13 anos é aprovada em faculdade particular de MG






    <br>Lorena Aguiar Ribeiro, 13, foi aprovada em uma faculdade particular em Belo Horizonte
Uma adolescente de 13 anos foi aprovada no vestibular de uma faculdade particular de Minas Gerais para o curso de direito e virou sensação entre os professores e colegas de uma escola municipal de Belo Horizonte. Apesar da aprovação, a garota não poderá ingressar na instituição de ensino por conta de não ter completado o ensino médio.
De acordo com Lorena Aguiar Ribeiro, os colegas da escola municipal Prefeito Amintas de Barros, onde ela cursa na parte da manhã o 9º ano do ensino fundamental, ficaram surpresos e a parabenizaram depois que souberam da sua aprovação Faculdade Anhanguera, localizada na capital mineira. Lorena fez o exame na condição de “treineira”, no último dia 28 de março.

“Eles ficaram surpresos. Alguns nem acreditaram. Os que são meus amigos mesmo ficaram muito felizes e me parabenizaram. Os meus professores ficaram muito orgulhosos”, contou a adolescente, que mora no bairro Alpes, região oeste da capital mineira. Segundo ela, a surpresa pela aprovação se deu pelo fato de não ter mantido um ritmo intenso de estudos.

“Eu fiquei muito surpresa quando recebi a notícia. Achei a prova bem difícil e fiquei na dúvida se conseguiria passar”, revelou a garota. “Eu gosto muito de estudar. Mas não sou aquela pessoa que fica horas por conta disso durante o dia. Estava estudando o normal do que vejo no 9º ano, mas intensifiquei os estudos apenas na véspera da prova. Estudei assuntos que não vejo no meu dia a dia”, explicou.
Lorena disse que os pais ficaram muito surpresos com a notícia da aprovação. “O meu pai é que me influenciava a fazer o vestibular como teste. A minha mãe ficou um pouco receosa por achar que era muito cedo, mas depois ficou bastante orgulhosa”, contou.

Estudante que ser modelo e fazer medicina

Apesar do feito, a adolescente afirmou que o seu objetivo é seguir a carreira de modelo e também ingressar no curso de medicina. “O meu sonho é ser modelo e me formar para médica legista”, revelou.
De acordo com Graciliano Antônio Ribeiro, 41, pai de Lorena, a família não pretende ingressar na Justiça para tentar garantir a vaga da filha na faculdade onde ela foi aprovada. “Acelerar o processo estudantil dela seria pior”, resumiu Ribeiro.

UOL

EDUCAÇÃO DE QUALIDADE


A utopia sufoca a educação de qualidade

A missão da boa escola é ensinar as disciplinas fundamentais aos alunos, e não tentar corrigir as desigualdades do Brasil
Um dos males que assolam nossa educação é a esperança vã de pensadores e legisladores de que uma escola que mal consegue ensinar o básico resolva todos os problemas sociais e éticos do país. Eles criaram um sistema com um currículo imenso, sistemas de livros didáticos em que o objetivo até das disciplinas científicas é formar um cidadão consciente e tolerante.
Responsabilizaram a escola pela formação de condutas que vão desde a preservação do meio ambiente até os cuidados com a saúde; instituíram cotas raciais e forçaram as escolas a receber alunos com necessidades especiais. A agenda maximalista seria uma maneira de sanar desigualdades e corrigir injustiças. O Brasil deveria questionar essa agenda.
Primeira pergunta: nossas escolas conseguem dar conta desse recado? A resposta é, definitivamente, não. Estão aí todas as avaliações nacionais e internacionais mostrando que a única igualdade que nosso sistema educacional conseguiu atingir é ser igualmente péssimo. Copiamos o ponto final de programas adotados nos países europeus sem termos passado pelo desenvolvimento histórico que lhes dá sustentação.
Segunda pergunta: esse desejo expansionista faz bem ou mal ao nosso sistema educacional? Será um caso em que mirar no inatingível ajuda a ampliar o alcançável ou, pelo contrário, a sobrecarga faz com que a carroça se mova ainda mais devagar? Acredito que seja o último. Por várias razões. A primeira é simplesmente que essas demandas todas tornam impossível que o sistema tenha um foco. Perseguir todas as ideias que aparecem -- mesmo que sejam todas nobres e excelentes -- é um erro. Infelizmente, a maioria dos nossos intelectuais e legisladores não tem experiência administrativa, e acredita ser possível resolver qualquer problema criando uma lei. No confronto entre intenções e realidade, a última sempre vence. A segunda razão para preocupação é que, com uma agenda tão extensa e bicéfala -- formar o cidadão virtuoso e o aluno de raciocínio afiado e com conhecimentos sólidos --, sempre é possível dizer que uma parte não está sendo cumprida porque a prioridade é a outra: o aluno é analfabeto, mas solidário, entende? (Com a vantagem de que não há nenhum índice para medir solidariedade.) E, finalmente, porque quando as intenções ultrapassam a capacidade de execução do sistema o que ocorre é que o agente -- cada professor ou diretor -- vira um legislador, cabendo a ele o papel de decidir quais partes das inatingíveis demandas vai cumprir. Uma medida que deveria estimular a cidadania tem o efeito oposto: incentiva o desrespeito à lei, que é a base fundamental da vida em sociedade.
Eduardo Nicolau/AE
As aulas de ciências e as de português e matemática são as que vão fazer diferença positiva na vida dos jovens quando eles chegarem ao mercado
As aulas de ciências e as de português e matemática são as que vão fazer diferença positiva na vida dos jovens quando eles chegarem ao mercado
Terceira pergunta: mesmo que todas essas nobres intenções fossem exequíveis, sua execução cumpriria as aspirações de seus mentores, construindo um país menos desigual? Eu diria que não apenas não cumpriria esses objetivos como iria na direção oposta. Deixe-me dar um exemplo com essas novas matérias inseridas no currículo do ensino médio -- música, sociologia e filosofia. A lógica que norteou a decisão é que não seria justo que os alunos pobres fossem privados dos privilégios intelec-tuais de seus colegas ricos. O que não é justo, a meu ver, é que a adição dessas disciplinas torna ainda mais difícil para os pobres se equiparar aos alunos mais ricos nas matérias que realmente vão ser decisivas em sua vida. A desigualdade entre os dois grupos tende a aumentar. A triste realidade é que, por viverem em ambientes mais letrados e com pais mais instruídos, alunos de famílias ricas precisam de menos horas de instrução para se alfabetizar. É pouco provável que um aluno rico saia da 1ª série sem estar alfabetizado, enquanto é muito provável que o aluno pobre chegue ao 3º ano nessa condição. O aluno rico pode, portanto, se dar ao luxo de ter aula de música. Para nivelar o jogo, o aluno pobre deveria estar usando essas horas para se recuperar do atraso, especialmente nas habilidades basilares: português, matemática e ciências. É o domínio dessas habilidades que lhe será cobrado quando ingressar na vida profissional. Se esses pensadores querem a escola como niveladora de diferenças, se a diferença que mais impacta a qualidade de vida das pessoas é a de renda, e se a fonte principal de renda é o trabalho, então precisamos de um sistema educacional que coloque ricos e pobres em igualdade de condições para concorrer no mercado de trabalho. O que, por sua vez, presume uma educação desigual entre pobres e ricos, fazendo com que a escola dê aos primeiros as competências intelectuais que os últimos já trazem de casa. Estou argumentando baseado em uma lógica supostamente de esquerda (digo supostamente porque, nesse caso, é transparente que as boas intenções dos revolucionários de poltrona só aprofundam as desigualdades que eles pretendem diminuir).
O mercado de trabalho valoriza mais as habilidades cognitivas e emocionais não porque os nossos empregadores sejam mesquinhos, mas porque, em um mercado competitivo, precisam remunerar seus trabalhadores de acordo com sua produtividade. Essa é a lógica inquebrantável do sistema de livre-iniciativa. Não adianta pedir ao gerente de recursos humanos que seja “solidário” na hora da contratação e leve em conta que os candidatos à vaga vêm de origens sociais diferentes, porque, se o recrutador selecionar o funcionário menos competente, o mais certo é que em breve ambos estejam solidariamente no olho da rua. Não conheço nenhum estudo que demonstre o impacto de uma educação filosoficamente inclusiva sobre o bem-estar das pessoas. Mas há vários estudos empíricos sobre a desigualdade no Brasil. O que eles informam é assustador: o fator número 1 na explicação das desigualdades de renda é, de longe, a desigualdade educacional (disponíveis em twitter.com/gioschpe). Ao criarmos uma escola sobrecarregada com a missão de não apenas formar o brasileiro do futuro mas corrigir as desigualdades de 500 anos de história, nós nos asseguramos de que ela se tornará um fracasso. A escola não pode fracassar, pois é a alavanca de salvação do Brasil.
O tipo de escola pública que queremos é uma discussão em última instância política, e não técnica. É legítimo, embora estúpido, que a maioria dos brasileiros prefira uma educação que fracasse em ensinar a tabuada mas ensine bem a fazer um pagode. Acrescento apenas uma indispensável condição: que a população seja informada, de modo claro e honesto, sobre as consequências de suas escolhas. Quais as perdas e os ganhos de cada caminho. O que é, aí sim, antidemocrático e desonesto é criar a ilusão de que não precisamos fazer escolhas, de que podemos tudo e de que conseguiremos obter tudo ao mesmo tempo, agora. Infelizmente, é exatamente isso que vem sendo tentado. Nossas lideranças se valem do abissal desconhecimento da maioria da população sobre o que é uma educação de excelência para vender-lhe a possibilidade do paraíso terreno em que professores despreparados podem formar o novo homem e o profissional de sucesso. Essa utopia, como todas as outras, acaba em decepção e atraso. Essa pretensa revolução, como todas as outras, termina beneficiando apenas os burocratas que a implementam.

VEJA

Semana de Incentivo à Leitura – Exigência escolar é um dos principais motivos para os latino-americanos lerem



aluna lendoExigências da escola e obtenção de cultura geral. Esses são os dois principais motivos que levam os latino-americanos a lerem livros, revistas ou jornais, de acordo com um estudo do Centro Regional para o Fomento do Livro na América Latina e no Caribe – CERLALC. O órgão ligado à Unesco analisou índices de leitura na Argentina, no Brasil, na Colômbia, no Chile, no México e no Peru.
Em contrapartida, 85% da população da Espanha – referência do estudo – afirma ler por prazer, motivo que marca a diferença entre o número de leitores assíduos e esporádicos.
Na Argentina, país avaliado com o maior índice de leitura, 70% da população afirma ler por prazer.
A pesquisa revela, ainda, que mais da metade dos habitantes dos países analisados (59%) não têm o hábito de ler. Apesar disso, os índices de leitura têm aumentado no continente.
A Argentina lidera o ranking: 55% da população têm o hábito de ler. Em seguida vem o Chile (51%), o Brasil (46%), a Colômbia (45%), o Peru (35%) e o México (20%). Na Espanha, o índice fica em 61%. Na média, apenas 41% da população dos seis países analisados lê entre uma vez por mês e uma vez por ano.
Na análise sobre quantidade de livros lidos por habitante, Chile e Argentina continuam no topo da lista: 5,4 e 4,6 livros por pessoa, respectivamente. Na Espanha são cerca de 10,3. México e Colômbia ficam nas últimas colocações, com 2,9 e 2,2.
O Chile também é o país com o maior número de leitores de revistas: 47% da população. Na outra ponta está a Colômbia, com 26% de leitores.
Quando o assunto é leitura de jornal, quem desponta é o Peru: 71% da população do país lê jornais regularmente, índice muito próximo ao da Espanha (78%). Em segundo lugar, com uma diferença grande, vem o Chile (36%). O último colocado é o México, com apenas 15% de leitores.
O principal motivo que impede os latino-americanos de lerem, segundo a pesquisa, é a falta e tempo, com índices que vão de 53% no Brasil até 26%, no Chile. O segundo motivo mais apontado é a falta de interesse, que alcança 67% da população colombiana.
Mesmo nos países com índices de leitura mais elevados, como a Argentina e o Chile, a atividade aparece em quinto lugar entre os hábitos preferidos, que em geral são assistir TV, ouvir música, reunir-se com amigos e praticar esportes.
A pesquisa é baseada em estudos produzidos pelos países analisados, sendo que nem todos correspondem ao mesmo ano de apuração. A falta de dados sistemáticos fez com que o Centro Regional para o Fomento do Livro desenvolvesse uma metodologia específica que pudesse ajudar a elaborar políticas públicas de fomento à leitura.
“Sabemos que em Cuba, por exemplo, há uma enorme quantidade de leitores, apesar de não possuir nenhum índice exato, assim como também não temos dados da América Central”, afirma o diretor do órgão, Fernando Zapata.

Com informações da Veja Online.

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

RN DIVULGA RESULTADO DE CONCURSO PÚBLICO PARA PROFESSORES

Resultado do Concurso SEARH/SEEC

PORTARIA Nº 044 de 27 de fevereiro de 2012.

O SECRETÁRIO DE ESTADO DA ADMINISTRAÇÃO E DOS RECURSOS HUMANOS, no uso de suas atribuições legais,
CONSIDERANDO as decisões judiciais prolatadas nos autos das Ações Civis Públicas nº 001.08.026076-5 – 4ª Vara da Fazenda Pública da Comarca de Natal, 001.08.014918-0 – 1ª Vara da Fazenda Pública da Comarca de Natal e 00696-2009-001-21-00-2 – 1ª Vara do Trabalho de Natal da 21ª Região, obrigando o Estado do Rio Grande do Norte a promover concurso público para contratação de professores

RESOLVE tornar público e homologar, conforme Anexo Único, o resultado final do Concurso Público de Provas e Títulos, para provimento dos cargos efetivos de Professor e Especialista de Educação, integrantes do Quadro de Geral de Pessoal do Estado – Secretaria de Estado da Educação e da Cultura – SEEC, realizado com fundamento no Edital n.º 001/2011-SEARH/SEEC, publicado no Diário Oficial do Estado (DOE) n.º 12.564 de 15 de outubro de 2011, conforme relação anexa a presente Portaria.
PUBLIQUE-SE.

Antônio Alber da Nóbrega
SECRETÁRIO DE ESTADO DA ADMINISTRAÇÃO E DOS RECURSOS HUMANOS

Anexo Único à Portaria 044 de 27 de fevereiro de 2012.
RESULTADO FINAL POR PÓLO/CARGO/COMPONENTE CURRICULAR, COM NOME, INSCRIÇÃO, PONTUAÇÃO E CLASSIFICAÇÃO FINAL.

25 ESPECIALISTA - SUPORTE PEDAGÓGICO - POLO III - CAICÓ:
Adriana Firmino Maia; 010002585-4; 13,95; 46 / Adriana Maria Cardoso Pereira; 010002586-2; 13,55; 80 / Alcione de Azevedo Souza; 010002600-1; 13,50; 82 / Alilia Maria de Lima Medeiros; 010002610-9; 14,68; 19 / Aline Araujo da Silva; 010002611-7; 13,93; 52 / Aline Maria Ribeiro Gomes; 010002612-5; 14,25; 32 / Alvalinda Bezerra de Araujo; 010002615-0; 14,30; 30 / Ana Arony da Silva; 010002624-9; 13,70; 69 / Ana Cecilia de Medeiros Costa Garcia; 010002626-5; 14,18; 39 / Ana Santana dos Santos; 010002649-4; 13,85; 58 / Analy Barros de Medeiros Silva; 010002656-7; 14,23; 34 / Andreia Araujo da Nobrega; 010002662-1; 13,88; 55 / Ava Murielli de Araujo Garcia; 010002686-9; 14,30; 31 / Ayde Misia Alves; 010002687-7; 13,65; 70 / Bruna Carla de Araujo; 010002690-7; 14,53; 23 / Carmem Maia dos Santos; 010002702-4; 13,95; 48 / Danielly Karine Alves Leal; 010002727-0; 14,23; 36 / Deise Lopes Bezerra; 010002730-0; 13,55; 79 / Deusilene da Silva Vigolvino; 010002732-6; 14,10; 40 / Diana Darc de Brito; 010002733-4; 13,78; 62 / Edione Monteiro Araujo Gomes; 010002741-5; 15,65; 1 / Ezequiel Santos Monteiro; 010002784-9; 13,50; 87 / Fabia Pereira de Medeiros Lira; 010002786-5; 14,98; 8 / Fabiola Maria Dantas; 010002793-8; 15,50; 3 / Ferlucia do Nascimento Dantas; 010002798-9; 14,03; 44 / Francisca Figueiredo de Medeiros; 010002825-0; 14,23; 37.

26 ESPECIALISTA - SUPORTE PEDAGÓGICO - POLO III - CAICÓ - PNE:
Genilda Cavalcante Medeiros; 010002857-8; 12,75; 158 (2).

27 ESPECIALISTA - SUPORTE PEDAGÓGICO - POLO III - CAICÓ:
Gilceli Pinheiro de Araujo; 010002866-7; 13,50; 81 / Giuliana Cristina Araujo de Azevedo; 010002874-8; 14,75; 12 / Ires de Fatima Gomes Dantas Araujo; 010002897-7; 13,55; 77 / Ivanilza Medeiros Oliveira Lins Araujo; 010002907-8; 14,53; 24 / Jacinta de Fatima Lima e Silva; 010002913-2; 14,68; 18 / Jaffia Sdena Pereira do Nascimento Silva; 010002916-7; 13,55; 78 / Jailda Oliveira Santos; 010002917-5; 14,75; 15 / Janaina Dantas de Medeiros; 010002924-8; 13,88; 54 / Janille Fernandes de Araujo; 010002936-1; 14,23; 35 / Jean Carlos Dias Ferreira; 010002943-4; 14,63; 21 / Jessiane Dantas Fernandes; 010002951-5; 14,03; 43 / Joao Batista Pereira do Nascimento; 010002961-2; 13,85; 60 / Jocildo Dantas da Silva; 010002964-7; 13,78; 63 / Jonas Linhares de Araujo; 010002972-8; 13,50; 85 / Jose Tadeu Costa; 010002989-2; 14,25; 33 / Jose Valter Florencio; 010002990-6; 13,85; 57 / Joseane Batista de Araujo; 010002992-2; 13,48; 88 / Joseneide Dutra Maia; 010003003-3; 14,60; 22 / Julianne Araujo Fernandes; 010003014-9; 14,70; 17 / Karina Ramos de Araujo; 010003021-1; 15,35; 5 / Karla de Franca Fabricio Teonacio Bezerra; 010003022-0; 13,93; 53 / Katiana Macedo Cavalcante de Paula; 010003025-4; 15,08; 6 / Lucinete Maria Costa de Souza; 010003056-4; 13,48; 92 / Lyzandra Cristina de Araujo Souza; 010003066-1; 13,48; 93 / Marcelo Nobrega Nunes; 010003071-8; 14,18; 38 / Maria Aparecida Moura de Souza; 010003089-0; 13,63; 73 / Maria Carla de Oliveira Medeiros; 010003093-9; 14,33; 29 / Maria Celiana Gomes; 010003094-7; 13,58; 75 / Maria das Vitorias Costa Mendes; 010003127-7; 14,08; 41 / Maria das Vitorias de Araujo Macedo; 010003130-7; 14,75; 13.

28 ESPECIALISTA - SUPORTE PEDAGÓGICO - POLO III - CAICÓ - PNE:
Maria de Fatima Soares de Pontes; 010000001-0; 11,55; 308 (3).

29 ESPECIALISTA - SUPORTE PEDAGÓGICO - POLO III - CAICÓ:
Maria de Lourdes Queiroz de Medeiros; 010003153-6; 14,90; 9 / Maria do Ceu Mendes Paixao; 010003157-9; 14,00; 45 / Maria Jailma do Nascimento Silva Santos; 010003192-7; 13,85; 56 / Maria Jose da Silva Nobrega; 010003196-0; 14,08; 42 / Maria Tatiany Azevedo dos Santos; 010003234-6; 13,63; 71 / Marilia Elita Victor; 010003239-7; 14,85; 11 / Meirielle de Souza Santos Lucena; 010003261-3; 14,38; 28 / Mercia Carla da Silva Pereira Barros; 010003263-0; 13,73; 66 / Milene Cunha de Souza; 010003269-9; 13,63; 72 / Miraci Chaves dos Santos Nogueira; 010003271-0; 14,75; 14.

30 ESPECIALISTA - SUPORTE PEDAGÓGICO - POLO III - CAICÓ - PNE:
Nubia Maria da Fonseca; 010000003-7; 14,45; 25 (1).

31 ESPECIALISTA - SUPORTE PEDAGÓGICO - POLO III - CAICÓ:
Patrocinia Maria de Medeiros; 010003302-4; 13,93; 49 / Pauleania Ronny de Lima Silva; 010003306-7; 13,50; 84 / Priscila Fernandes Gomes; 010003310-5; 13,70; 68 / Regiane Martha Dantas; 010003321-0; 13,80; 61 / Rejane Edna dos Santos Azevedo; 010003324-5; 13,73; 65 / Rita de Cassia Bezerra Cortez; 010003332-6; 13,50; 83 / Rita Rayanne Salustiano de Santana; 010003341-5; 14,40; 26 / Ronne Von de Medeiros Dantas; 010003344-0; 13,48; 89 / Rosana Marcia Nobrega; 010003350-4; 13,95; 47 / Rosangela Dias dos Santos Lima; 010003352-0; 13,63; 74 / Rosemaria Santos da Costa; 010003354-7; 13,48; 90 / Rubia Raquel Dantas Roque; 010003365-2; 13,93; 50 / Sandra Maria Bezerra Filha; 010003370-9; 15,60; 2 / Sanzia Geiny Paulo de Almeida; 010003375-0; 14,98; 7 / Sheila Katia Irineu de Medeiros Santos; 010003381-4; 13,50; 86 / Silvana de Medeiros da Silva; 010003386-5; 14,63; 20 / Simoni Morais de Araujo; 010003389-0; 13,85; 59 / Sonia Maria Pereira; 010003394-6; 14,90; 10 / Suenyra Nobrega Soares; 010003399-7; 15,43; 4 / Suzana Andrea de Araujo; 010003402-0; 14,38; 27 / Talita Medeiros de Araujo; 010003407-1; 14,75; 16 / Telma Lucia de Azevedo; 010003412-8; 13,70; 67 / Teresa Bianca de Medeiros Silva; 010003414-4; 13,58; 76 / Veracilda Vale da Costa Fernandes; 010003437-3; 13,78; 64 / Vilma Simone da Costa; 010003440-3; 13,93; 51 / Zilma Meyre Araujo Maia; 010003458-6; 13,48; 91.

52 PROFESSOR ARTE - POLO III - CAICÓ:
Crisanto Dantas Sales de Freitas; 010000593-4; 12,38; 6 / Flavio Wanderley Costa; 010000594-2; 13,35; 5 / Francisco de Assis Gomes da Silva; 010000595-0; 15,15; 2 / Marcio Marques dos Santos; 010000596-9; 14,10; 3 / Rachel Gomes de Oliveira Lucio de Sousa; 010000597-7; 15,90; 1 / Suerda Viviane Felinto de Carvalho; 010000598-5; 13,40; 4.


61 PROFESSOR BIOLOGIA E CIÊNCIAS - POLO III - CAICÓ:
Ana Karla Dantas de Medeiros; 010000057-6; 13,70; 13 / Andre Junior de Brito Leal; 010000059-2; 15,23; 3 / Andrea Dantas de Medeiros; 010000060-6; 13,05; 21 / Antonio Maria Gurgel Junior; 010000061-4; 13,55; 14 / Barbara Kelly Alves Morais; 010000064-9; 13,35; 17 / Candice Medeiros de Oliveira; 010000066-5; 13,40; 16 / Cleysyvan de Sousa Macedo; 010000073-8; 12,53; 30 / Daercio Adam de Araujo Lucena; 010000074-6; 12,68; 26 / Danielly Silva Ramos; 010000077-0; 12,50; 32 / Danny Taveiras dos Santos; 010000078-9; 12,75; 25 / Edilza Conceicao Silva Lima; 010000081-9; 13,20; 18 / Elve de Araujo Ribeiro Santos; 010000084-3; 12,68; 27 / Getulio Rodrigues Pereira; 010000092-4; 12,13; 36 / Glaucia de Oliveira Fernandes; 010000095-9; 13,73; 12 / Graciele Saionara Linhares de Lima; 010000097-5; 14,33; 8 / Isaac Guimaraes Ubarana; 010000101-7; 15,98; 1 / Joao Paulo Dias da Silva; 010000111-4; 14,10; 9 / Jocimaria Cunha de Araujo; 010000113-0; 13,73; 11 / Jose Cledemilson de Carvalho Bezerra; 010000117-3; 15,50; 2 / Jose Genilson Barbosa da Silva; 010000119-0; 12,58; 29 / Josilene Soares Carvalho Santos; 010000123-8; 13,13; 20 / Juliana dos Anjos Coutinho; 010000127-0; 12,28; 33 / Jussara Freire de Azevedo Santiago; 010000128-9; 14,98; 5 / Kayo Cesar Araujo da Nobrega; 010000129-7; 14,03; 10 / Laedna Maria Nogueira; 010000131-9; 13,43; 15 / Leandro Moura de Freitas; 010000133-5; 12,60; 28 / Leonardo Gomes Fernandes; 010000134-3; 12,88; 23 / Maria Antonia Rego de Freitas; 010000147-5; 12,80; 24 / Maria das Dores Lopes Fernandes; 010000150-5; 12,20; 35 / Marinaldo Magalhaes Dantas; 010000166-1; 14,63; 6 / Milena Buriti Dantas; 010000169-6; 12,23; 34 / Pablo Tadeu da Silva Pereira; 010000175-0; 13,20; 19 / Pedro Pereira da Silva Neto; 010000177-7; 15,00; 4 / Rosemere Dantas Barbosa de Nascimento; 010000185-8; 13,05; 22 / Talles Tacito de Castro Silva; 010000191-2; 12,53; 31 / Vanize Pereira de Medeiros; 010000193-9; 14,60; 7.

67 PROFESSOR EDUCAÇÃO FÍSICA - POLO III - CAICÓ:
Adjano Viana Vieira; 010001008-3; 13,85; 20 / Ana Alice Cavalcante Camara; 010001015-6; 14,60; 6 / Anderson Emanoel Azevedo de Medeiros; 010001017-2; 13,95; 17 / Aucenio Jose da Silva; 010001021-0; 14,08; 14 / Carlos Eduardo Medeiros da Silva; 010001023-7; 13,73; 23 / Franklin Henrique de Lima Bulhoes; 010001052-0; 14,00; 15 / Gleyce Souto Pontes; 010001056-3; 13,88; 18 / Hertz Colombo Barbosa Xavier; 010001059-8; 15,05; 4 / Ivo Gomes da Silva; 010001066-0; 13,73; 22 / Joanilson Kelis do Nascimento; 010001071-7; 14,90; 5 / Nelson Jose Rocha de Brito; 010000021-5; 13,80; 21 / Paloma Ferreira Soares; 010000023-1; 14,10; 13 / Paulo Jackson Vicente Ferreira; 010000028-2; 15,08; 3 / Paulo Roberto Goncalves Santos; 010000029-0; 14,18; 11 / Pedro Cesar Pereira de Almeida; 010000030-4; 14,25; 9 / Renio Dantas Marinho Pereira; 010000032-0; 14,10; 12 / Ristenio Galdino de Araujo; 010000033-9; 13,95; 16 / Rogeria Elizabeth Araujo de Medeiros; 010000036-3; 14,23; 10 / Rondinelli Santos Oliveira; 010000037-1; 16,05; 1 / Rusiella Sama Dantas dos Santos; 010000039-8; 15,88; 2 / Samuel Guilherme dos Santos; 010000040-1; 13,88; 19 / Thiago Santos de Araujo; 010000044-4; 14,38; 7 / Vicente de Paulo Rafael Pereira Gurgel; 010000045-2; 14,38; 8.

 80 PROFESSOR FILOSOFIA - POLO III - CAICÓ:
Aldo Batista de Azevedo Junior; 010000640-0; 14,33; 2 / Izanete de Medeiros Costa; 010000674-4; 13,43; 6 / Jaadiel Rocha dos Santos; 010000675-2; 13,73; 4 / Joelson Silva de Araujo; 010000680-9; 13,80; 3 / Jose Gilliard Santos da Silva; 010000683-3; 13,65; 5 / Lindoaldo Vieira Campos Junior; 010000693-0; 15,60; 1.

101 PROFESSOR GEOGRAFIA - POLO III - CAICÓ:
Ademir Alves dos Santos; 010000415-6; 13,80; 14 / Adynamor Lucena de Medeiros; 010000417-2; 13,50; 19 / Andreia Clarise dos Santos Silva; 010000435-0; 13,50; 18 / Antonio Izidro Sobrinho; 010000442-3; 13,85; 12 / Antonio Marcos de Morais Costa; 010000443-1; 13,48; 20 / Augusto Calisson Diniz de Almeida; 010000445-8; 13,43; 21 / Desiderio Garcia Santos; 010000473-3; 14,55; 5 / Edianne Medeiros Santos; 010000477-6; 13,85; 13 / Fabio Marcio de Oliveira; 010000495-4; 14,85; 2 / Francisco Clesio Medeiros Dantas de Araujo; 010000501-2; 14,78; 3 / Francisco Fernandes de Araujo; 010000504-7; 13,95; 10 / Hugo Martins de Souza; 010000522-5; 14,18; 8 / Isonildo Eliasib Cordeiro Souto; 010000532-2; 14,25; 7 / Jocilene Alves Nobrega; 010000553-5; 13,43; 22 / Jose Alves Calado Neto; 010000556-0; 13,93; 11 / Juliano Klayton Dantas; 010000574-8; 14,45; 6 / Lucy Satyro de Medeiros; 010000589-6; 13,63; 16 / Maria Veronica de Azevedo Gomes; 010001122-5; 13,58; 17.

102 PROFESSOR GEOGRAFIA - POLO III - CAICÓ - PNE:
Renne de Figueiredo Bezerra Lucena; 010001151-9; 10,05; 146 (1).

103 PROFESSOR GEOGRAFIA - POLO III - CAICÓ:
Robson Rojas dos Santos; 010001156-0; 14,70; 4 / Salvio Jose de Oliveira; 010001161-6; 15,73; 1 / Sebastiao Cosme Junior; 010001165-9; 14,03; 9 / Tassia Fernanda Santos Reis; 010001173-0; 13,43; 23 / Wilson Sabino de Oliveira; 010001188-8; 13,63; 15.

 111 PROFESSOR HISTÓRIA - POLO III - CAICÓ:
Andriel Cleber Santos de Araujo; 010002420-3; 12,68; 13 / Antonio Ferreira Dantas Junior; 010002421-1; 13,93; 3 / Carlos Augusto Dantas; 010002435-1; 13,70; 6 / Dheniffer Jose Ferreira Freire; 010001318-0; 12,68; 14 / Edkalb de Medeiros Garcia; 010001329-5; 13,33; 10 / Emanoel Lopes de Mendonca Junior; 010001344-9; 13,33; 9 / Inairan Cristino Cunha; 010001391-0; 13,78; 5 / Islandia Marisa Santos Bezerra; 010001395-3; 12,45; 19 / Italo Ronney Ferreira Caitano; 010001398-8; 14,33; 2 / Jacknamar Flavio Fernandes; 010001402-0; 13,88; 4 / Jose Fabiano de Lima; 010001429-1; 14,53; 1 / Jose Lucena de Medeiros; 010001434-8; 12,60; 16 / Judson de Araujo Saraiva Dantas; 010001443-7; 12,08; 23 / Laudo Esdra Pereira Batista; 010001459-3; 12,23; 21 / Marcia Roseane de Sousa; 010001476-3; 12,73; 12 / Marcos Antonio da Silva; 010001479-8; 12,65; 15 / Maristela Pereira de Araujo; 010001514-0; 12,00; 24 / Monielle Medeiros Mariz; 010001521-2; 13,35; 8 / Neily Lopes Dutra; 010001525-5; 12,43; 20 / Rosenilson da Silva Santos; 010001551-4; 13,35; 7 / Rosinalva Aparecida Martins de Oliveira; 010001552-2; 12,58; 17 / Sergio Andre de Araujo; 010001561-1; 12,58; 18 / Thiago Richard Duarte Costa; 010001575-1; 12,90; 11 / Tuylla Rayane Tavares da Cunha; 010001579-4; 12,08; 22.

116 PROFESSOR LÍNGUA ESPANHOLA - POLO III - CAICÓ:
Alline Rafaela Medeiros Sousa; 010000615-9; 12,90; 1 / Genilson Domingos dos Santos; 010000623-0; 11,63; 2.

125 PROFESSOR LÍNGUA INGLESA - POLO III - CAICÓ:
Adailson Justino da Silva; 010000895-0; 13,05; 7 / Alana Caroline de Azevedo Mendes; 010000897-6; 11,25; 18 / Aline Mayara Ferreira do Nascimento Ramos; 010000899-2; 13,70; 5 / Cassildo Gomes Rodrigues de Souza; 010000907-7; 14,75; 1 / Diego Martin Bravo; 010000915-8; 12,08; 14 / Edilson Aureliano dos Santos; 010000917-4; 12,45; 11 / Erivan Alonco da Costa; 010000919-0; 11,33; 17 / Gianote Araujo de Brito e Silva; 010000929-8; 13,03; 8 / Ionara Regia Silva Guimaraes; 010000935-2; 12,98; 9 / Iraquitan da Nobrega Andrade; 010000938-7; 12,83; 10 / Jose Carlos Alves de Souza; 010000945-0; 14,03; 4 / Laissa Cristina da Silva Azevedo; 010000952-2; 11,18; 19 / Leila Debora Tavares; 010000953-0; 12,35; 12 / Marcio de Melo Lima; 010000963-8; 11,90; 15 / Maria das Virgens Azevedo de Araujo; 010000967-0; 11,10; 20 / Maria Isabel de Macedo Azevedo; 010000972-7; 13,33; 6 / Maria Marlene dos Santos; 010000975-1; 11,48; 16 / Moyses Barbosa da Silva; 010000981-6; 12,23; 13 / Rejane Alvares de Medeiros; 010000988-3; 14,25; 3 / Valter Canuto de Oliveira; 010001002-4; 14,45; 2.

 140 PROFESSOR LÍNGUA PORTUGUESA - POLO III - CAICÓ:
Adriano Bezerra Nunes; 010001194-2; 15,75; 7 / Alane Livia Rocha das Chagas; 010001196-9; 15,75; 6 / Ana Cecilia do Nascimento; 010001208-6; 15,30; 22 / Ana Santana Medeiros Clemente; 010001216-7; 15,80; 5 / Carmen Silene da Silva; 010001232-9; 15,65; 11 / Elianne Alves Silva; 010001259-0; 15,68; 10 / Francisco Caninde Silva; 010001288-4; 15,98; 3 / Francisco de Assis Medeiros de Oliveira; 010001289-2; 16,10; 2 / Gilvan de Oliveira; 010001297-3; 15,90; 4.

141 PROFESSOR LÍNGUA PORTUGUESA - POLO III - CAICÓ - PNE:
Gisonaldo Arcanjo de Sousa; 010001299-0; 15,20; 25 (1).

142 PROFESSOR LÍNGUA PORTUGUESA - POLO III - CAICÓ:
Jacanan de Souza Teles; 010002189-1; 15,53; 14 / Jaria Sueldes Alves de Lima; 010002197-2; 15,28; 23 / Lizandra Medeiros dos Santos; 010002234-0; 15,45; 15 / Maria das Vitorias Araujo; 010002272-3; 15,75; 8 / Maria das Vitorias dos Santos Medeiros; 010002273-1; 15,53; 13 / Maria dos Milagres Zeferino; 010002280-4; 15,73; 9 / Maria Imaculada de Medeiros Guedes; 010002288-0; 15,38; 18 / Maria Jahynne Dantas dos Santos; 010002291-0; 16,35; 1 / Maria Jose Fernandes da Silva Araujo; 010002295-2; 15,35; 19 / Marilia Lira de Oliveira; 010002305-3; 15,58; 12 / Mateus de Souza Oliveira; 010002308-8; 15,38; 16 / Mayara Rodrigues Felix de Medeiros; 010002311-8; 15,35; 20 / Michelle Morais da Silva; 010002314-2; 15,38; 17 / Valdi Medeiros de Oliveira; 010002365-7; 15,30; 21.

157 PROFESSOR MATEMÁTICA - POLO III - CAICÓ:
Cleiton da Silva Medeiros; 010000218-8; 12,30; 7 / Clesio Ricardo de Brito; 010000220-0; 13,48; 4 / Eli Carlos de Azevedo; 010000232-3; 13,73; 3 / Emerson Wagner da Nobrega; 010000239-0; 11,78; 9 / Francisco Alves de Deus Filho; 010000257-9; 11,23; 12 / Guilherme de Azevedo Brasil; 010000271-4; 10,65; 18 / Itan Marinheiro da Silva; 010000281-1; 11,00; 15 / Jhonata Vieira Lopes; 010000294-3; 10,35; 22 / Jonimar Pereira de Araujo; 010000309-5; 10,13; 24 / Jose Acacio de Araujo; 010000310-9; 12,88; 5 / Jose Geraldo de Medeiros Junior; 010000316-8; 10,65; 17 / Jozeli Nascimento de Azevedo; 010000324-9; 11,90; 8 / Lucemario Dantas Vieira; 010000339-7; 11,55; 11 / Marcio Jose dos Santos; 010000343-5; 10,20; 23 / Marcio Vieira da Silva; 010000344-3; 10,65; 19 / Natanna Samilly dos Santos Almeida; 010000369-9; 10,55; 21 / Patricia de Souza Nobrega; 010000375-3; 12,35; 6 / Paulo Henrique de Araujo; 010000380-0; 14,10; 2 / Paulo Noruelio da Silva Oliveira; 010000381-8; 11,70; 10 / Rafael de Medeiros Costa; 010000383-4; 10,58; 20 / Ronaldo de Sousa Lima; 010000390-7; 11,10; 14 / Ronieri Kelly dos Santos; 010000391-5; 10,95; 16 / Venicio do Nascimento Silva; 010000408-3; 14,53; 1 / Vera Nubia Costa Ferreira; 010000409-1; 11,23; 13.

174 PROFESSOR PEDAGOGIA PARA OS ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL - POLO III - CAICÓ:
Adaisa Dantas de Medeiros; 010001591-3; 11,78; 36 / Adelma Barbosa da Costa; 010001593-0; 12,80; 11 / Aline Rodrigues de Medeiros; 010001616-2; 13,73; 4 / Ana Lucia Assis de Medeiros; 010001628-6; 12,00; 31 / Camila Amaral Nobrega de Medeiros; 010001672-3; 12,83; 10 / Cecilia Samara Medeiros Cunha; 010001683-9; 12,95; 8 / Cibely Alexandre de Lima; 010001687-1; 12,68; 13 / Claudianor Almeida de Figueiredo; 010001693-6; 12,38; 21 / Clodoaldo Farias de Andrade; 010001700-2; 12,50; 18 / Dayane Jussy Silva; 010001711-8; 11,70; 37 / Diogo Pereira da Silva; 010001717-7; 13,55; 5 / Divoene Pereira Cruz Silva; 010001719-3; 12,38; 19 / Edmara Karla Pereira Dantas; 010001738-0; 12,30; 24 / Edna de Assis Silva; 010001740-1; 11,68; 38 / Etiene Alves de Menezes; 010001777-0; 12,53; 16 / Fabiana Garcia da Nobrega Almeida; 010001788-6; 12,05; 30 / Francisco Ivanilson da Costa Confessor; 010001825-4; 13,88; 3 / Gildete Galvao de Figueiredo; 010001844-0; 12,38; 20 / Glebia Dalliani Linhares; 010001856-4; 12,30; 23 / Helio Ferreira da Silva; 010001859-9; 12,23; 27 / Ivanildo Pereira de Araujo; 010001878-5; 12,53; 17 / Janaina Kelly Damasceno Silva; 010001896-3; 12,28; 25 / Jose Modesto Neto; 010001945-5; 12,98; 7 / Josyene Kaline Martins Silva; 010001962-5; 14,03; 2 / Julia Souza Lopes; 010001965-0; 12,23; 28 / Laura Dayana Araujo de Souza; 010001982-0; 11,90; 34 / Luana Kleine Araujo de Medeiros; 010001998-6; 13,43; 6 / Marcilio de Araujo; 010002028-3; 12,30; 22 / Maria das Dores dos Santos; 010002056-9; 11,93; 33 / Maria das Gracas de Lima Crisanto; 010002061-5; 12,00; 32 / Maria das Neves Costa; 010002065-8; 12,60; 15 / Maria Francineide Brito Santos; 010002101-8; 12,23; 26 / Maria Margarida de Medeiros Dantas; 010002134-4; 11,85; 35 / Martha Angela de Oliveira; 010002159-0; 12,90; 9 / Rafael Pereira de Oliveira; 010002459-9; 12,20; 29 / Ralph Rodrigues Frazao; 010002464-5; 12,75; 12 / Renimaria Martins de Melo; 010002472-6; 12,65; 14 / Valeria Kelly de Medeiros Costa; 010002556-0; 14,48; 1.

 181 PROFESSOR QUÍMICA - POLO III - CAICÓ:
Alexsandro da Silva; 010000799-6; 11,48; 12 / Ana Paula Goncalo Campos; 010000804-6; 10,73; 15 / Antonio de Padua de Medeiros Santos; 010000806-2; 12,15; 8 / Antonio Joao da Silva Filho; 010000808-9; 10,65; 16 / Antonio Marcos de Araujo Rodrigues; 010000810-0; 10,35; 18 / Celiane Dantas de Medeiros; 010000813-5; 11,18; 13 / Cristovao Jefferson Franklin Pereira; 010000816-0; 13,05; 6 / Edileuson Olivio de Medeiros; 010000822-4; 12,00; 10 / Edvaldo Silva Melo; 010000823-2; 11,83; 11 / Ewerton Ricardo Viana de Medeiros; 010000828-3; 13,58; 1 / Gracilene dos Santos Aquino; 010000842-9; 10,05; 19 / Hudson da Silva; 010000846-1; 13,35; 2 / Kleyton de Paiva Miranda; 010000861-5; 13,05; 5 / Najara Sulamita de Assis Batista; 010000877-1; 12,38; 7 / Natalia Tito Pereira; 010000878-0; 12,15; 9 / Neif Nagib Campos Sales; 010000879-8; 13,28; 3 / Oscar de Lima Pinheiro Neto; 010000882-8; 13,05; 4 / Petrulio Correia; 010000884-4; 10,48; 17 / Romenia Ruth de Sousa; 010000887-9; 10,80; 14. da Silva Lemos; 020009770-9; 11,33; 23 / Kalupyca Sanzia Santiago Fernandes; 020009775-0; 11,60; 18 / Karla Danielle da Silva Souza; 020009777-6; 12,15; 11 / Kecia Milena Silva da Rocha; 020009779-2; 10,88; 26 / Mathilde Helena Anacleto de Souza Pinheiro; 020009827-6; 9,53; 32 / Noemia Arruda Varela; 020009832-2; 11,40; 20 / Patricia Jeanny de Araujo Cavalcanti Medeiros; 020009836-5; 12,75; 7 / Pryscilla Silva de Melo; 020009845-4; 13,55; 4 / Radames Tavora Almeida Felipe; 020009847-0; 10,88; 27 / Ranielle Oliveira de Araujo; 020009854-3; 12,60; 8 / Renata Gomes Marques da Silva Souza; 020009860-8; 11,18; 24 / Renato Breno Mauricio de Macedo; 020009862-4; 11,40; 21 / Renato Correia Ramalho; 020009864-0; 11,70; 15 / Romana Ronigreci Dias da Silva; 020009874-8; 12,30; 10 / Roselia Pereira da Silva; 020009880-2; 10,65; 29 / Valdemiro Severiano Filho; 020009896-9; 11,63; 17.

188 PROFESSOR SOCIOLOGIA - POLO III - CAICÓ:
Maria de Fatima Medeiros Dantas; 010000607-8; 12,68; 2 / Marta Geruza da Costa Oliveira; 010000608-6; 11,48; 4 / Tiago de Melo Arruda; 010000610-8; 14,40; 1 / Virginia Katia de Araujo Souza; 010000612-4; 11,70; 3.